Nas Asas dos Insetos


Os insetos, exuberantes em suas formas e cores, apresentam uma diversidade incomparavelmente maior que a de qualquer outro grupo de ser vivo!

Eles correspondem a mais da metade das formas de vida conhecidas, sendo fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas. O modo de vida, a beleza e a variedade de adaptações dos insetos intrigam nossos sentidos e nossa curiosidade!

A exposição “Nas Asas dos Insetos” é inédita e apresenta a diversidade deste grupo de animais na Área de Proteção Ambiental de Petrópolis, uma das unidades de conservação da Mata Atlântica. Os exemplares expostos foram coletados por entomólogos na área da Fazenda da Samambaia, Instituto Samambaia de Ciência Ambiental e Ecoturismo – ISCA, em uma colaboração com o Laboratório de Biodiversidade Entomológica e a Coleção Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz.

Nesta exposição, é possível observar e apreciar uma ínfima parcela do mundo desses seres tão interessantes, com base em espécies ocorrentes na Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos e também mais ameaçados do mundo. “Nas Asas dos Insetos” cativa e propicia o despertar de consciências engajadas na conservação ambiental e no uso sustentável dos recursos naturais.

Os professores da rede pública ou particular de ensino que visitarem a exposição, ganharão um cd-multimidia com o ebook – Insetos: uma aventura pela Biodiversidade, da FIOCRUZ: http://www.ioc.fiocruz.br/livroinsetos/

Visitação: terça a domingo, de 11H as 17H

Endereço: Est. Samambaia 138, Cascatinha, Petrópolis.

Tel: 2242 3478

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Hostels em Petrópolis

 

Matéria produzida pela INTERTV – Petrópolis (afiliada rede Globo) , exibida em 19/10/2011.
Na matéria, a repórter Maria Valente explica quais são as principais diferenças entre um albergue da juventude ( ou hostel) e um hotel tradicional.
Para saber mais informações sobre o Samambaia Hostel? acesse: http://www.samambaiahostel.org

Para saber mais sobre hostels em  qualquer outro lugar do Brasil ou do Mundo, acesse: http://www.hihostel.org

 

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NASCEU o mais novo integrante do Instituto Samambaia

 

Nasceu a filhote da Pimenta – ponei aqui do Instituto Samambaia. Que beleza de vida! Radiante e alegre. Só falta um nome…alguma sugestão?

 

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Festival de Artes Plásticas – Flores Belas: 100 anos de Elizabeth Bishop

Pintura / Escultura / Poesia: Atividades ao ar livre, em homenagem ao centenário da escritora mais influente do séc. XX, Elizabeth Bishop, que viveu em Petrópolis na Fazenda da Samambaia por alguns anos, junto de Lota Macedo Soares. O Festival é realizado em parceria com a Associação de Artistas Plásticos de Petrópolis. As obras estarão expostas até 24 de novembro.

Flores Belas - 100 anos de Elizabeth Bishop

Flores Belas - 100 anos de Elizabeth Bishop

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Caminhada Ecológica – Castelinho

Quarta Feira, sete de setembro, realizamos uma caminhada muito especial com alguns jovens da Igreja Metodista Wesleyana, daqui de Petrópolis. Fomos conhecer o Morro do Castelinho, no bairro do Morin.

 

Começamos a caminhada as 9:30, com chegada as 10:20 em uma trilha fácil e agradável.

Grupo formado por 3 adultos, 2 crianças e 11 jovens.

O Morro do castelinho é uma interessante formação de pedras no parte final da cadeia de montanhas da Serra dos Órgãos. Em dias de céu aberto, pode-se avistar grande parte da cidade do Rio de Janeiro.

 

Hoje porém, as nuvens encobriram uma parte da paisagem, deixando somente a cidade de Petrópolis visivel, o que já era muito bom de se admirar.

Voltamos por volta do meio dia, felizes por mais uma caminhada tranquila e segura.

Confira algumas fotos do passeio.

 

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Manutenção do Viveiro do Pavão

Olá amigos,

semana passada fizemos a manutenção do viveiro onde fica o lindo casal de pavões.

O PAVÃO

Nome comum: Pavão
Nome científico: Pavo cristatus
Nome em inglês: Peacock
Filo: Chordata
Classe: aves
Ordem: Galliformes
Família: Phasianidae
Comprimento: até 2,15 m, incluindo 60 cm de cauda
Período de acasalamento: de janeiro a outubro (no Hemisfério norte)

pavão já foi considerado um animal sagrado na Índia. Quem matasse um pavão seria condenado à morte. Hoje esse costume já Não existe, mas dezenas de pavões andam ainda livremente por certos templos hindus e são alimentados pelos sacerdotes. O pavão prefere viver em árvores. À tarde, sobe numa árvore, de galho em galho, até chegar ao topo, onde passa a noite.

Desce ao amanhecer. Se ameaçado, foge. Só voa depois de correr por uma certa distância. Seu vôo é ruidoso e desajeitado.

Assim que a noite cai, pode-se ouvir os gritos do pavão. Ele é um guardião da floresta e dá o alarma logo que aparece algum predador. Não se domesticam mais pavões porque são aves de convivência difícil. São brigões e não gostam da presença de outros animais; são capazes de destruir flores e arbustos. Seus gritos noturnos, principalmente na época de acasalamento, são muito desagradáveis.

CARACTERÍSTICAS

O rei Salomão estimava essa ave tanto como o ouro e a prata. Alexandre, o Grande (300 A.C.) o introduziu na Grécia. Espalhou-se pelo Império Romano e, já no século XIV, era encontrado na França, Inglaterra e Alemanha.

O pavão é sempre lembrado como uma ave sagrada na maioria dos países orientais.

Consta que vários nobres, quando queriam destacar-se em festas, mandavam servi-lo..

E, por isso, sob o ponto de vista de sua religião, vive sob etérna praga. O fato é que o pavão desperta paixão.

Peso do macho: 3.900 grs peso da fêmea: 3.300 grs Peso do ovo: 103 grs maturidade sexual do pavão azul, branco, arlequim e ombros negros: 2 anos maturidade sexual do pavão verde: 3 anos

Aqui no Brasil a época de procriação vai de setembro a janeiro, quando a fêmea põe, em média, 23 ovos, que eclodem após 28 a 30 dias.

CLASSIFICAÇÃO

classe………………………………………………..neornithe ordem………………………………………………..galiforme família………………………………………………..phasanidae gênero……………………………………………….pavo espécie………………………………………………pavão indiano, pavão verde e pavão do Congo Existem mutações no pavão indiano, das quais resultaram o pavão branco e o de ombros negros.

ALIMENTAÇÃO

Antigamente pensava-se que se devia oferecer, ao pavão, frutas, queijos e comidas exóticas.

Naturalmente que adoraria receber este trato, mas ele precisa de proteína constante, pôr isso, aconselhamos fornecer-lhe ração de galinha a granel ou em “pelets”.

Época ração de 1 a 60 dias………..
Inicial de 60 a 120 dias……………………….
Crescimento após 120 Dias………………………………..
Engorda de agosto a janeiro……………..
Reprodução após janeiro ……………………………manutenção.

Nas primeiras quarenta e oito horas de vida os filhotes possuem, ainda, uma reserva de alimento.

Temperatura ideal das criadeiras:

As primeiras 48 horas…………………………….38 graus Célsius Primeira semana…………………………………….36 graus Célsius Segunda semana…………………………………….31 graus Célcius Terceira semana……………………………………..28 graus Célcius

Pode-se dar frutas e verduras como complemento de sua alimentação. Uma sugestão para alimentarmos filhotes na primeira quinzena de vida: ovos cozidos amassados com garfo.

VIVEIROS

Os filhotes, quando incubados em criadeira devem ser colocados em ambientes suspensos, secos e livres de correntes de ar. Deve haver fornecimento de calor artificial por meio de campânulas a gás ou elétrica.

A ração e a água devem ficar longe da fonte de calor e o ambiente deve possibilitar a avezinha sair de baixo do aquecedor quando desejar. Lembre-se: muito calor pode desidratar a ave levando-a à morte.

Semanalmente, vá diminuindo a quantidade de calor disponível até que o filhote, já emplumado nas costas, não necessite mais de aquecimento.

A partir desse momento pode-se colocá-lo em um viveiro onde possa receber sol. Mas deve ser recolhido à noite ou por ocasião de chuvas.

Evite sempre ambiente sujo, pois a umidade dos detritos fazem proliferar bactérias e fungos que, sobretudo nos pavões, atacam as vias respiratórias.

O ambiente, portanto, deve estar sempre bem monitorado.

 

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Cartilha do Caminhante Consciente da Serra dos Órgãos

Segue abaixo a Cartilha do Caminhante Consciente da Serra dos Órgãos, elaborada pelo pessoal do PARNASO.

http://www4.icmbio.gov.br/parnaso

Portais de Hercules - PARNASO

Cartilha do Caminhante Consciente da Serra dos Órgãos


1. De mochila leve, as subidas do Açu e do Sino levam de 3 a 5 horas. Estabeleça um horário limite para voltar, em torno das 14h. Volte no horário limite mesmo que não tenha chegado ao final. E tenha sempre uma lanterna e pilhas reservas na mochila.

2. De mochila pesada (cargueira) as subidas do Açu e do Sino podem levar mais de 6 horas. Fique atento aos caminhantes mais cansados ou lentos e nunca os deixe sozinhos.

3. Monte a mochila de forma inteligente. Evite peso desnecessário e tente, na medida do possível, levar tudo dentro da mochila, embalando os itens em sacos plásticos para protegê-los de uma eventual chuva durante a caminhada.

4. A trilha do Sino é larga e bem definida. Já a trilha do Açu tem trechos pouco definidos, principalmente no Chapadão, onde a trilha dá lugar a um grande costão rochoso. À noite ou com neblina pode ser bem difícil encontrar o caminho.

5. As temperaturas na parte alta do Parque freqüentemente se aproximam de 0ºC. Leve agasalho suficiente e nunca esqueça o anoraque ou uma boa capa de chuva, mesmo com previsão de bom tempo.

6. Use os locais de acampamento existentes. Não abra novas clareiras nem faça fogueiras. Os locais permitidos para acampamento são o Açu e a Pedra do Sino.

7. O trecho Açu-Sino da Travessia Petrópolis-Teresópolis é uma trilha exigente. De mochila cargueira pode levar um dia inteiro. Existem subidas fortes, trechos íngremes na rocha e alguns trechos técnicos, onde pode ser necessário usar cordas, principalmente nos lances do Mergulho e do Cavalinho. Com muitas lajes de pedra, é uma trilha de difícil orientação. É recomendável ter um guia experiente ou a companhia de alguém que conheça bem o trajeto.

8. Redobre a atenção e os cuidados em caso de chuva. Trechos íngremes podem ficar muito perigosos e o ato de caminhar no solo molhado aumenta bastante o desgaste da trilha. Por essas razões, em caso de previsão de mau tempo, evite a Travessia Petrópolis-Teresópolis.

9. Sob hipótese alguma faça fezes ou urina próximo dos pontos de coleta de água. Enterre as fezes junto com o papel higiênico. Uma boa sugestão é utilizar uma pequena pá de jardineiro. Jamais enterre ou abandone lenços umedecidos, que contêm material sintético cuja decomposição leva muitos anos.

10. Se for lavar panelas, raspe primeiro os restos de alimento e junte com seu lixo. Depois pegue água e lave os utensílios afastado do curso d’água. Mantenha o curso d’água limpo, sem resíduos.

11. Não abra ou use atalhos. Os atalhos confundem os caminhantes e criam fortes erosões.

12. Muitas pessoas vão para as montanhas buscando paz e silêncio. Respeite essa opção. Não faça barulho, principalmente à noite nos locais de acampamento.

13. Leve todo o seu lixo de volta, inclusive papéis de bala e pontas de cigarro. Tudo bem embalado para não cair no caminho. Se puder, leve até um pouco mais de lixo (do caminho, dos outros…).

14. Caso encontre alguém desrespeitando a montanha ou os demais visitantes, aproxime-se educadamente e converse, tentando assim conseguir mais um aliado na preservação do meio ambiente e do bom convívio.

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Carta de um hóspede canadense

I arrived in Petrópolis looking only for a warm bed to sleep in for the night, and found myself lucky to stay at the Samambaia hostel. I was welcomed as family by the staff, and when I told of my plans to hike the local mountains, I was immediately offered encouragement and advice. Coming from Canadá, I thought I knew all there was to know about hiking in the mountains, but my experience in the Serra Dos Órgãos was an adventure distinct from any other hiking trip – so I was grateful for the knowledge that was instilled in me before I began my adventure.
The hike left an impression on me not only becuase of the sore muscles I had the next day, but because of the beauty of the differentiated landscapes that I passed through. Beginning my trip alongside a jungle river I passed by waterfalls and pools, and often found myself pleasantly distracted by species of birds that I had not had the pleasure of seeing elsewhere in Brazil. As I ascended the mountains, my fasicnation with colourful birds was replaced by attention to delicate orchids, many of them indigenous to the mountains, and rare to locate.
Four hours after I left the jungle below, I was above the clouds at over 2000 meters, and looking East at the coast of Rio de Janeiro. The national park has two cabins within its boundaries, each with beds that can be rented for the night. I was unsure of what to expect from a cabin built at such an altitude, but was impressed to not only find a gas stove with pots, plates and cutlery, but a flushing toilet and a solar powered shower!
Looking back at my hike I feel fortunate to have discovered a more alternative version of Brazil – one that is often neglected by conventional brands of tourism in the country. Hiking through the mountains, far away from the noise of the city – these were the most peaceful and stressfree moments that I experienced during my stay in Brazil, and I look forward to returning in the future.

For those seeking a unique wilderness adventure, a communion with nature, or simply an escape from the crowded cities and beaches, a stay at the Samambaia hostel will leave you fulfilled. Situated at the doorstep of the Serra Dos Órgãos – a mountain range and national park often unappreciated by tourists – the Samambaia hostel offers its visitors not only a good nights sleep, but a chance for an educational experience. Whether your interest is an intense hike over alpine mountain peaks, or concentrated appreciation of the diverse ecosystems nearby, the resources are available for you to pursue your passion.

Tobias Timm
from Canada

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Pacote Rock In Rio – Hospedagem + transfer

pacote Rock In Rio - Samambaia hostel

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MIssa de Santo Antonio

Missa de Santo Antonio

Missa de Santo Antonio 13 junho de 2011

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